Mais um dos títulos violentos da nova linha de revistas pós reboot DC. Trata-se, nada
mais, nada menos, do Esquadrão Suicida! O grupo que
conseguiu ser imortalizado em sua primeira releitura nos anos 1980 por
John Ostrander, agora ganha nova vida pelas mãos de Adam Glass e Marco Rudy.
Na formação da equipe estarão (por
enquanto) Arlequina, Pistoleiro e Rei Tubarão. Eles serão um grupo de
condenados ao corredor da morte formado pelo governo para missões
suicidas.
Três animais foram treinados pelo governo e equipados com avançados
exoesqueletos para se tornarem as mais mortíferas armas já produzidas:
inteligentes, obedientes e - acima de tudo - letais.
No entanto, dentro das armaduras estão três amedrontados bichos de
estimação, cujo instinto de sobrevivência pode se sobrepor aos desmandos
de seus criadores.
Positivo/Negativo: A premissa pode parecer meio bizarra, o preço é
alto, mas esta revista vale a pena. Ela é tudo que falaram e mais um
pouco. Pode restar um certo receio na hora de comprar, já que o último
material de Morrison no Brasil foi
Novos X-Men, que teve seus altos de baixos, mas nem isso deve impedi-lo de ler esta fantástica história.
É impressionante o tanto que se pode falar dessa obra que, com certeza,
pode entrar em uma lista de novos clássicos. Mas vale ressaltar alguns
pontos que, de cara, podem não ser tão óbvios.
Primeiro, o jogo de linguagem que infelizmente se perde na tradução do
título. O nome do projeto, WE3 vem de Weapon3 (Arma Três), mas é também a
principal fala do vocabulário rudimentar dos três animais, já que We3
significa "Nós três".
É uma pena que esse efeito tenha se perdido, era algo que mereceria uma
nota do tradutor. Mas as barreiras verbais se encerram ai, até porque a
história é bem silenciosa, apenas com as falas necessárias.
Aliás, nisso há uma grande sacada do autor: não ter nenhuma fala de
narração. Em momento algum são usados recordatórios. Obviamente, existe
um narrador, pois é pelos olhos dele que o leitor assiste à história,
mas ele não precisa falar nada, apenas mostrar.
Esse poder de síntese no texto, essa comunicação não verbal, só funciona
executada por um desenhista de alto nível, que consiga produzir uma
narrativa que não seja só o enquadramento de uma câmera, alguém que
possa demonstrar a passagem de tempo entre os quadros e as emoções
envolvidas, que tornam esse tempo muito subjetivo.
E este é um dos grandes trunfos de Quitely. A estrutura visual, os
layouts
de página que se adaptam a cada situação, o impacto das cenas e outros
elementos visuais acrescidos tornam as imagens auto-suficientes, ao
ponto de que nada mais precisa ser dito.
Claro que Quitely é mais que um bom narrador; é um desenhista
surpreendente, com um nível de detalhes absurdo. Outra particularidade
que o faz merecedor do prêmio
Eisner é uma certa frieza, uma
crueldade inexplicável que seu traço possui. Isso casou perfeitamente
com a obra, transmitindo emoções que muitos não imaginariam possíveis.
Um bom exemplo está na página 23, com os ratos e o sorriso do cientista
entre as cenas. Note a carga de sensações envolvidas nessas imagens.
A trama que conduz a história é simples, mas muito bem resolvida.
Morrison conta um evento chocante, com muita ação e um final digno, que
não deixa aberturas para continuações ou tentativas posteriores, que
geralmente só conduzem a desastres.
Há muito mais para discutir sobre este trabalho, mas não vale a pena
tentar verbalizar o que os autores criaram visualmente. Em resumo,
WE3 é um exemplo de como uma história em quadrinhos deve ser contada
*** Excelente sinopse, do site
Universo Hq.
Watchmen é considerada um marco importante na evolução dos
quadrinhos nos EUA: introduziu abordagens e linguagens antes ligadas
apenas aos quadrinhos ditos
alternativos, além de lidar com
temática de orientação mais madura e menos superficial, quando comparada
às histórias em quadrinhos comerciais publicadas naquele país. O
sucesso crítico e de público que a série teve ajudou a popularizar o
formato conhecido como
graphic novel (ou "romance visual"), até então pouco explorado pelo mesmo mercado.
Diz-se que
Watchmen foi, no contexto dos quadrinhos da
década de 1980 — juntamente com
A Queda de Murdock e
The Dark Knight, de
Frank Miller, e
Maus, de
Art Spiegelman — um dos responsáveis por despertar o interesse do público adulto para um formato até então considerado infanto-juvenil.
A série foi galardeada com vários
Prêmios Kirby e
Eisner, além de uma honraria especial no tradicional
Prémio Hugo, voltado à
literatura: é até o momento a única
graphic novel a conseguir tal feito.
[2] Watchmen também é a única história em quadrinhos presente na lista dos
100 melhores romances eleitos pela
revista Time desde
1923.
[3]
A trama de
Watchmen é situada nos
EUA de
1985, um país no qual aventureiros fantasiados seriam realidade. O país estaria vivendo um momento delicado no contexto da
Guerra Fria e em via de declarar uma
guerra nuclear contra a
União Soviética. A mesma trama envolve os episódios vividos por um grupo de
super-heróis do passado e do presente e os eventos que circundam o misterioso assassinato de um deles.
Watchmen retrata os super-heróis como indivíduos verossímeis, que enfrentam problemas
éticos e psicológicos, lutando contra
neuroses e defeitos, e procurando evitar os
arquétipos e
super-poderes tipicamente encontrados nas figuras tradicionais do gênero. Isto, combinado com sua adaptação inovadora de técnicas
cinematográficas, o uso frequente de
simbolismo, diálogos em camadas e
metaficção, influenciaram tanto o mundo do cinema quanto dos quadrinhos.
Uma
adaptação para o cinema foi lançada em
6 de março de
2009.
[4]
*** Para saber mais, leia na íntegra o
wikipédia de Watchmen.
o que acontece quando o melhor assassino de que se ouviu falar,
frio, calculista e crente de que não tem razão para viver... descobre
a existência de uma filha?
Esse é o ponto-chave da trama proposta pelo roteirista Christos
N. Gage, que conta com o traço de Steven Cummings e
arte-final de Jimmy Palmiotti. Lançada em janeiro de 2005, essa minissérie é mais uma excelente história desse personagem que eu curto muito. E eu garanto, vale muito a leitura.
Versão daquela música que nem precisa lembrar, feita pelo humorista Jair Kobe, o Guri de Uruguaiana, como sempre satirizando a música Canto Alegretense. Eu queria colocar o vídeo, mas essa porcaria do blogger não funcionou, por isso aí acima está só o link do vídeo no youtube.
E pra acompanhar o bom humor, aí vai uma piada:
Uma loira e um advogado estão sentados lado a lado num vôo de São Paulo para Belém.
De repente, o advogado diz:
—Eu aprendi um jogo interessante aqui em São Paulo! Você não quer jogar comigo?
—Não, moço. . . Obrigado. . . Eu só quero dormir mesmo! — E vira pro lado pra tirar uma soneca.
—Por favor! — Insiste o advogado — É um jogo fácil e bastante divertido!
—Como é esse jogo? — Pergunta a loira, contrariada.
—É assim: Eu te faço uma pergunta e se você não souber a resposta me paga cinco reais! Aí depois é a sua vez!
A loira pensou, pensou e disse:
—Não estou interessada! — Virando novamente pra tirar uma soneca.
—Ok, então se você não souber a resposta me paga cinco reais e se eu não souber, te pago 500 reais!
—Tá bom, vai! — Finalmente concordou a loira — Faz logo a primeira pergunta!
—Qual a distancia exata entre a Terra e a Lua?
A loira não disse nenhuma palavra, abriu a bolsa, pegou cinco reais e entregou ao advogado. Então ela perguntou:
—O que é que sobe a montanha com três pernas e desce com quatro pernas?
O advogado pensou, pensou e pagou os quinhentos reais para a loira.
—Muito obrigada! Foi um prazer jogar com você! — Disse ela, virando-se para tirar a tão desejada soneca.
—Espera aí! — Diz o advogado. — Qual é a resposta da sua pergunta?
Então a loira abriu a bolsa, deu cinco reais ao advogado e voltou a dormir.